A regra é sempre surpreender. Deixe-se surpreender!
"Me finjo de morto para pegar o pé do coveiro."

Antonio Marcos de Souza
"Aprendi que, às vezes, a vida nos obriga a parecer mais fracos do que realmente somos. Não por covardia, mas por sobrevivência. Há momentos em que o silêncio vale mais que a discussão, a observação vale mais que a reação e a paciência vale mais que a pressa.
A frase “me finjo de morto para pegar o pé do coveiro” era algo que meu avô sempre dizia ao contar suas histórias, não fala apenas sobre surpreender alguém. Ela fala sobre resistir quando as pessoas já desistiram de você, sobre continuar acreditando em si mesmo quando o mundo já decretou sua derrota e isso aprendi com ele, ser resistente, resiliente.
Muitos confundem o silêncio com fraqueza, a calma com conformismo e a ausência de resposta com incapacidade. Mas nem toda batalha precisa ser anunciada. Algumas vitórias acontecem longe dos olhos dos outros, enquanto a gente se reconstrói por dentro.
Nem sempre é sobre vingança contra quem duvidou. Muitas vezes, é sobre provar para si mesmo que ainda existe força onde todos enxergaram o fim. E, quando chega a hora de se levantar, o maior triunfo não é derrubar o coveiro, mas mostrar que você nunca esteve morto, apenas reunindo forças para continuar."
Reflexão central: às vezes, sobreviver em silêncio exige mais coragem do que reagir imediatamente. Quem está se recompondo por dentro nem sempre está perdendo; muitas vezes, está apenas se preparando para ressurgir, audaz e com mais tenacidade.
A palavra continua.
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